A começar pela caracterização da cantora que cada dia foi vestida de um personagem diferente, no sentido poético da palavra. Toureira chique, rainha barroca, Maria Antonieta. Incorporando estes personagens, a cantora parecia mesmo viver numa real fantasia, como se vivesse as personagens em vidas passadas.
Esculhambada, escrachada e muito carinhosa com os foliões, principalmente os pipoca, Ivete atravessou os seis dias de carnaval recebendo vários artistas em cima do trio, como Nathalia Dill, Mirella Santos e o marido, Ceará. “É minha estreia no carnaval de Salvador e eu começo logo em cima do trio de Ivete. É muita sorte minha”, contou a mulher do humorista do Pânico na TV.
A aposta da cantora com a música “Dançando”, que sem dúvida está entre uma das mais tocadas neste carnaval, não permitiu que ela cantasse os clássicos da banda Eva e, principalmente os pot-pourris de pagode, que agradam o público. De bem com a vida, Ivete desmentiu o boato de que estaria grávida e brincou: “Estou precisando é de uma lipo”, sem deixar a peteca cair.
Generosa, a cantora fez homenagens, agradeceu aos fãs e, como sempre, fez questão de enfatizar o seu apreço a Gilberto Gil, abrindo mão dos holofotes das tvs para parar em frente ao Expresso 2222, onde cantou com o mestre da MPB.
Como ela pode tudo, até conseguiu arrancar de Gil os arranjos vocais, quando cantava o refrão de Gangnan Style, em frente ao camarote. Também saudou alguns artistas esquecidos no carnaval, como Sara Jane, cantando “Abra a Rodinha”.

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